traga-me o balsámo

domingo, 13 de novembro de 2011

Nas noites que se forem, oh, meu anjo
cantarei o bálsamo do nosso amor...
Ah, o nosso amor...

Não partiu rumo à aurora que clareia este belo vale,
ele está aqui repousando,
neste coração, onde resta suas cinzas e minha esperança.

Não vejo mais minha imagem através dos seus olhos
o que vejo agora em mim?
Um espectro,
furando com asas de sangue os meus pensamentos
que são somente seus.
Seus e somente...

E agora?
Pálida estrela vespertina,
mais uma noite se finda,
na saudade mais uma lembrança tardia.
Essa triste canção, nos teus lábios, não se canta...
Nas noites que se partirão levando

minha alma e meu peito sangrento as 
entranhas de sua alma.
"Se você consegue aprender
através dos duros golpes,
você também consegue
aprender pelos suaves
toques." 


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